quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Maquiagem na proibição do uso de sacolas plásticas

  • LEI
         Em acordo com a APAS (Associação Paulista de Supermercados) o Estado e a Fundação Procon-SP, proibiu-se a distribuição de sacolas plásticas nas redes varejistas A lei estadual que substitui as embalagens comuns de mercado pelo uso de retornáveis entrou em vigor neste ano, confundindo quem vai às compras.
         Dentro deste tratado prevê-se termos que ajudarão o consumidor a se acostumar com os efeitos da proibição, como: a divulgação dos funcionários sobre a extinção das sacolas comuns pelo período de um ano; o fornecimento de embalagens gratuitas pela rede; a disponibilização de venda de sacolas reutilizáveis pelo preço de até R$ 0,59 e a distribuição gratuita destas sacolas no dia do consumidor, celebrado em 15 de março.

  • CONTROVÉRSIAS
         A proposta esta clara, descrita e validada, porém ainda se faz uso de materiais plásticos não reutilizáveis para embalagens, veja a foto abaixo de uma compradora usando os sacos da seção de hortifrutti para carregar seus produtos para casa.
            O uso destas embalagens não condiz com as intenções da Lei proposta, cabendo às lojas extinguir qualquer tipo de material relacionado, no entanto, o processo de envazamento de alimentos impede essa ação por fazer uso de grande quantidade de plástico e demais materiais nocivos ao meio ambiente.
                                  Prateleira abastecida com alimentos envazados em embalagem plástica
         Uma das grandes dúvidas e questões discutidas é a de que se a intenção é proteger e diminuir as agressões humanas ao meio ambiente, como isso será feito apenas com propagandas sobre a extinção de sacolas plásticas que afetam ao consumidor, enquanto grandes empresas utilizam este material continuamente em larga escala, sem um planejamento de mudança de produção. A medida provavelmente ajudará na diminuição destes materiais, porém, segue cobrindo os grandes produtores deles.  
     

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