O estado de São Paulo vive mais um assunto polêmico e caótico em ano eleitoral. Além das tradicionais enchentes e de outros problemas comuns, a desocupação do Pinheirinho, terreno situado na zona Sul de São José dos Campos, causa confronto entre a Polícia Militar e moradores do local.
O terreno foi invadido cerca de 8 anos e estruturado com construções ilegais, onde de acordo com o censo da prefeitura viviam mais de 5.500 pessoas. Ele pertence à empresa falida Selecta S/A, do investidor Naji Nahas, que para cumprir com seus débitos pediu a reintegração de posse da região.
O caso ficou sob ordens da Justiça Estadual, onde a juíza da 6º vara cível, Maria Faria Mathey Loureiro, autorizou o despejo pela manhã deste domingo, por policiais militares. A juíza declara que “A desapropriação não será feita de surpresa. Iremos manter a integridade das pessoas.”, porém as imagens do confronto não retratam exatamente essa ideia e a declaração da PM à UOL nesta segunda-feira, mostram divergências no plano de execução.
O caso ficou sob ordens da Justiça Estadual, onde a juíza da 6º vara cível, Maria Faria Mathey Loureiro, autorizou o despejo pela manhã deste domingo, por policiais militares. A juíza declara que “A desapropriação não será feita de surpresa. Iremos manter a integridade das pessoas.”, porém as imagens do confronto não retratam exatamente essa ideia e a declaração da PM à UOL nesta segunda-feira, mostram divergências no plano de execução.
Famílias saem de Pinheirinho após confronto com a PM
Representantes da região, o Prefeito de São José dos Campos Eduardo Cury e o Secretário de Habitação do estado de São Paulo, buscam alternativas para as famílias retiradas. Enquanto isso, o avanço da PM e a rebelião dos moradores resultou até o momento em 1 ferido e 30 presos, e por ação da própria população 6 carros destruídos e 3 prédios públicos.

Um grande problema com difícil solução. Mas faltou bom censo das autoridades para dar mais tempo para desocupação.
ResponderExcluirQuem sabe um dia nossas autoridades não consigam aprender a resolver. E dando nome aos bois, o autor da ordem de despejo foi dada pelo judiciário de São Paulo e não pelo executivo (prefeito e governor).
Sim, por isso faço questão de lembrar pro pessoal que foi na quarta fazer protesto que quem autorizou o despejo foi a juíza Loureiro, e não o Kassab.
ResponderExcluirpô...na boa...o safado está solto e criando confusão.....matou muitas pessoas com os prédios que ruiram no rio.....que memória curta.....
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